quarta-feira, maio 28, 2008
domingo, maio 11, 2008
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sexta-feira, maio 09, 2008
E por falar em Locutores...
... oiçam este até ao fim. É o desespero em directo de num relato de futebol. Algum dia ouvirei os locutores da RCFM a relatarem assim tão bem ?
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O Verdadeiro Locutor Rádio
Seguidamente abra os olhos e acompanhe o que o locutor diz com a legenda e verifique se compreendeu.
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quarta-feira, maio 07, 2008
Desaparecida, Joana, Figueira da Foz
«Desapareceu Joana, 13 anos, desapareceu de casa na noite de 15 de Março de 2008-03-15.Quem vir esta menina, ou tiver alguma informação por favor contacte o número 17800489/ 966359182
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11:24 p.m.
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Passeio de Vespas
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terça-feira, maio 06, 2008
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domingo, maio 04, 2008
Isto é Angola
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sábado, maio 03, 2008
Ex.mo Senhor Presidente da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
1 – O uso oral e escrito da língua portuguesa degradou-se a um ponto de aviltamento inaceitável, porque fere irremediavelmente a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. Por culpa dos que a falam e escrevem, em particular os meios de comunicação social; mas ao Estado incumbem as maiores responsabilidades porque desagregou o sistema educacional, hoje sem qualidade, nomeadamente impondo programas da disciplina de Português nos graus básico e secundário sem valor científico nem pedagógico e desprezando o valor da História.Se queremos um Portugal condigno no difícil mundo de hoje, impõe-se que para o seu desenvolvimento sob todos os aspectos se ponha termo a esta situação com a maior urgência e lucidez.
2 – A agravar esta situação, sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado), e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia.Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.
3 – O Ministério da Educação, porque organiza os diferentes graus de ensino, adopta programas das matérias, forma os professores, não pode limitar-se a aceitar injunções sem legitimidade, baseadas em “acordos” mais do que contestáveis. Tem de assumir uma posição clara de respeito pelas correntes de pensamento que representam a continuidade de um património de tanto valor e para ele contribuam com o progresso da língua dentro dos padrões da lógica, da instrumentalidade e do bom gosto. Sem delongas deve repor o estudo da literatura portuguesa na sua dignidade formativa.O Ministério da Cultura pode facilitar os encontros de escritores, linguistas, historiadores e outros criadores de cultura, e o trabalho de reflexão crítica e construtiva no sentido da maior eficácia instrumental e do aperfeiçoamento formal.
4 – O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes “mudas” – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão.
Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa.
A transcrição de palavras de outras línguas e a sua eventual adaptação ao português devem fazer-se segundo as normas científicas internacionais (caso do árabe, por exemplo).
Recusamos deixar-nos enredar em jogos de interesses, que nada leva a crer de proveito para a língua portuguesa. Para o desenvolvimento civilizacional por que os nossos povos anseiam é imperativa a formação de ampla base cultural (e não apenas a erradicação do analfabetismo), solidamente assente na herança que nos coube e construída segundo as linhas mestras do pensamento científico e dos valores da cidadania.
Os signatários,
Ana Isabel BuescuAntónio Emiliano
António Lobo Xavier
Eduardo Lourenço
Helena Buescu
Jorge Morais Barbosa
José Pacheco Pereira
José da Silva Peneda
Laura Bulger
Luís Fagundes Duarte
Maria Alzira Seixo
Mário Cláudio
Miguel Veiga
Paulo Teixeira Pinto
Raul Miguel Rosado Fernandes
Vasco Graça Moura
Vítor Manuel Aguiar e Silva
Vitorino Barbosa de Magalhães Godinho
Zita Seabra
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2:39 p.m.
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sexta-feira, maio 02, 2008
Sinistralidade e Impunidade
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1:49 p.m.
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terça-feira, abril 29, 2008
ASAE
Têm prestações de € 1200/ mês para pagarem o empréstimo da casa para valores de € 190 000.
Têm saúde grátis, operações a custo zero se fundamental para a saúde ou desenvolvimento profissional, Hospitais com maternidades em cidade de populações relativamente baixas (50 000 habitantes), muitas escolas e muitos parques infantis (1 pelo menos por Urbanização).
Não todos, claro, mas grande parte.
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10:11 p.m.
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domingo, abril 27, 2008
O Convívio
Como disse no post anterior fui almoçar com uns companheiros de Coimbra que aqui estão a trabalhar comigo. O Paulo e o João. Duas pessoas simples, sem interesses depois da amizade e que não esperam nada em troca pela sua prestação de confraternidade. O Nelson e a namorada também apareceram.
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10:39 p.m.
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12:54 a.m.
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sexta-feira, abril 25, 2008
?????
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9:17 p.m.
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quarta-feira, abril 23, 2008
Sant Jordi
Hoje foi dia de Sant Jordi. Trata-se de um festejo que se celebra aqui na Catalunya em que, segundo a tradição, o namorado/ marido oferece uma flor à namorada/ mulher e a namorada/ mulher oferece um livro ao namorado/ marido. Na rua, barracas vendem flores e livros, as pessoas encontram-se e alegremente convivem. Novos, velhos, rapazes e raparigas passeiam-se nas ruas com um ar bastante alegre. Este ano na Catalunya, os livreiros contam facturas 20 milhões de euros e as floristas 5 milhões.
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10:10 p.m.
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terça-feira, abril 22, 2008
Dia da Terra
Hoje e sempre, todos temos obrigações para com este Planeta.
Hoje e sempre, todos temos o dever de promover tudo o que possa fazer com que esta esfera de vida se mantenha saudável.
Hoje e sempre, todos temos o direito de viver em paz, em segurança e com um clima estável.
Hoje e sempre, convido-vos a visitarem o site da Terra.
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segunda-feira, abril 21, 2008
Sem Palavras... ou com algumas
Qual pimba, qual Zé Cabra, qual varões mágicos, qual carapuça. Oiçam o Fantástico animador "Hélio dos Passos "No Caldeirão do HucK
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1:02 p.m.
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domingo, abril 20, 2008
. Para se discutir o tema “Sinistralidade Rodoviária” e tudo o que a provoca, temos, necessariamente, que abordar a vertente “Higiene e Segurança no Trabalho”. Uma percentagem da sinistralidade rodoviária deve-se, segundo estatísticas, à elevada velocidade que os condutores aplicam na condução das suas viaturas. No entanto, a velocidade só por si não é causa de sinistralidade. Têm de haver outros elementos circunstanciais para que o sinistro ocorra. Esta constatação leva-nos a pensar um pouco mais além e de uma forma mais lúcida. Os períodos do dia onde ocorrem muitos acidentes são de manhã na ida para o trabalho e à tarde no regresso a casa. Tal facto deve-se não apenas à velocidade e outras circunstâncias, mas principalmente a dois pontos identificados; falta de civismo e stress. A questão de falta de civismo é uma questão primária que só pode ser grandemente resolvida quando as entidades políticas a assumirem como problema social. A questão do stress deve-se em grande parte a um problema laboral que deve ser estudado e resolvido pelas entidades empregadoras. Voltemos à primeira questão, a falta de civismo. Todos sabemos que o exemplo vem de casa e que muitas das atitudes dos nossos filhos são o espelho das nossas atitudes. Este é um problema que deve ser combatido com a inserção de formação ao nível do ensino básico e com acompanhamento paternal. No entanto, e como isso seria uma intervenção de décadas, devem as entidades laborais procurar promover formação extra aos seus funcionários, de modo que estes abordem a temática “Segurança Rodoviária” de uma forma séria e preocupada.
O grande problema das mentalidades é uma enorme barreira à perfeita visualização do que se pretende debater. Olha-se para o Sistema Rodoviário de uma forma muito ignorante, ao ponto de se pensar que o possuir um título que habilite a conduzir um veículo dá total impunidade, quando na verdade cria uma posição, em muitos casos, atroz. Muitos são os condutores que intervêm no tráfego de forma animalesca. Quantos serão os que realmente conhecem o actual Código da Estrada e as penalizações criminais que este contempla? Para que a Segurança Rodoviária de todos deixe de ser uma utopia e passe a ser uma realidade; para que deixemos de ter famílias destroçadas por consequência de sinistros absurdos; para que a economia deixe de ter gastos gravosos e por vezes fatais para muitas empresas, tem de uma vez por todas de se apostar numa formação real e capaz aos colaboradores das empresas, para que estes possam constatar que circular na estrada sem que haja Prevenção e comportamentos de segurança pode ter consequências gravosas para eles e para os demais. Cabe às Empresas, Seguradoras e Estado avançar com estas formações. São eles que têm que ter engenharia capaz de verificar que uma formação rodoviária contínua as seus colaborados e /ou Clientes provocará em curto espaço de tempo, não só uma diminuição nos custos com reparações de veículos, indemnizações, adaptações de funcionários, etc, mas também uma melhor qualidade de prestação de serviços, uma melhor qualidade de serviço aos colaboradores e um maior respeito pelos demais.
Pensar que investir em formação rodoviária é gastar dinheiro mal gasto é um erro estúpido e verdadeiramente insensato. Na verdade, o dinheiro que se gastará numa formação destas será uma infinidade quando comparado com os valores imensos resultantes de sinistro. Com uma formação contínua (20/ 30 Horas anuais), as pessoas passarão a ter um conhecimento quase em tempo real das alterações ao Código da Estrada, das alterações rodoviárias existentes, assim como começaram a ter atitudes mais cívicas e racionais no meio rodoviário. Com formação contínua na área da Condução Defensiva, o conhecimento com as novas tecnologias de segurança que equipam os automóveis novos, levará a que os condutores tenham um melhor comportamento e saibam como actuar em determinadas circunstâncias, baixando desta forma estados de ansiedade e stress que, em horário pós-laboral levam a que haja muitos acidentes.
Ainda assim, por mais formações que possam haver, cabe-nos a nós próprios tomar todas as prevenções para que a sinistralidade rodoviária pessoal e laboral não seja uma realidade.
Jorge Miguel Ortolá"
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1:48 p.m.
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sábado, abril 19, 2008
Plágio ??
Não me recordo se foi apresentada como original dos Anjos.
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sexta-feira, abril 18, 2008
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