quarta-feira, maio 28, 2008


Porque tudo tem um principio, um meio e um fim, este último chegou ao "De Bem com a Vida".
A todos que por aqui passaram, um bem haja.
Se um dia resolver iniciar outro espaço, muito possivelmente poderei indicá-lo aqui.
Obrigado

domingo, maio 11, 2008

Vergonha

Os Jogos Olímpicos têm, desde sempre, o intento de juntar os Povos para uma competição desportiva de união, paz e amizade.

Tal intendo deve ser tido em conta pelo Comité Olímpico quando atribui a organização a tão elevado evento desportivo a um País.

2008 vai ter como País anfitrião dos ditos Jogos a China. China que não respeita o bem estar global, pois produz enormes quantidades de poluição; China que não respeita os mais básicos Direitos Humanos.

Devemos nós, povos livres e de palavra livre, levantar-nos contra o não cumprimento, por parte da China, dos Direitos Humanos dos Chineses e pelo não cumprimentos de todos os acordãos para diminuição da emissão de gases poluentes para a atmosfera, rios e mares, assim como o não respeito pelos direitos dos animais.

China tem tudo para nunca poder ser escolhida para organizar o que quer que seja.

A questão que se coloca é: O que ganhou a Comissão Olímpica para nomear a China como País organizador dos Jogos Olímpicos 2008 ?

sexta-feira, maio 09, 2008

E por falar em Locutores...

... oiçam este até ao fim. É o desespero em directo de num relato de futebol.
Algum dia ouvirei os locutores da RCFM a relatarem assim tão bem ?

O Verdadeiro Locutor Rádio

Antes de ouvir o seguinte video , feche os oljos e tente perceber o que o locutor diz.
Seguidamente abra os olhos e acompanhe o que o locutor diz com a legenda e verifique se compreendeu.

quarta-feira, maio 07, 2008

Desaparecida, Joana, Figueira da Foz



«Desapareceu
Joana, 13 anos, desapareceu de casa na noite de 15 de Março de 2008-03-15.Quem vir esta menina, ou tiver alguma informação por favor contacte o número 17800489/ 966359182

Passeio de Vespas

Quer um domingo diferente e em convivio ? Inscreva-se no passeio de Vespas que se vai realizar no Bom Sucesso - Figueira da Foz.

terça-feira, maio 06, 2008

Segurança

Mesmo a pé o uso do telemóvel pode ser mortal.

Assim como o uso de equipamentos MP3 ou outros, esta é uma realidade ainda não encarada com a necessária atenção.

De uma vez por todas temos de para e constactar que as coisas não acontecem só aos outros. É que na verdade, nós somos os outros dos outros

domingo, maio 04, 2008

Isto é Angola

A verdade escondida pelos meios de comunicação social foi apresentada por um jornalista norte americano numa reportagem sobre a corrupção e seus efeitos em Angola.

O video está no Youtube para que todos o possam ver. No entanto a sua incorporação foi desactivada para não ser apresentada em sites ou blogs.

O video é um pouco longo (24 min), mas vale a pena ver para constactarmos a realidade do triste Mundo moderno.

clique aqui

sábado, maio 03, 2008

Petição/ Manifesto Contra Acordo Ortográfico

Encontra-se on-line uma Petição/ Manifesto contra o "Acordo Ortográfico". Se o quiser subescrever clique aqui.
O meu apoio tem o número 497

Petição/ Manifesto

Ex.mo Senhor Presidente da República Portuguesa

Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa

Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro de Portugal

1 – O uso oral e escrito da língua portuguesa degradou-se a um ponto de aviltamento inaceitável, porque fere irremediavelmente a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. Por culpa dos que a falam e escrevem, em particular os meios de comunicação social; mas ao Estado incumbem as maiores responsabilidades porque desagregou o sistema educacional, hoje sem qualidade, nomeadamente impondo programas da disciplina de Português nos graus básico e secundário sem valor científico nem pedagógico e desprezando o valor da História.

Se queremos um Portugal condigno no difícil mundo de hoje, impõe-se que para o seu desenvolvimento sob todos os aspectos se ponha termo a esta situação com a maior urgência e lucidez.


2 – A agravar esta situação, sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado), e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia.Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.


3 – O Ministério da Educação, porque organiza os diferentes graus de ensino, adopta programas das matérias, forma os professores, não pode limitar-se a aceitar injunções sem legitimidade, baseadas em “acordos” mais do que contestáveis. Tem de assumir uma posição clara de respeito pelas correntes de pensamento que representam a continuidade de um património de tanto valor e para ele contribuam com o progresso da língua dentro dos padrões da lógica, da instrumentalidade e do bom gosto. Sem delongas deve repor o estudo da literatura portuguesa na sua dignidade formativa.O Ministério da Cultura pode facilitar os encontros de escritores, linguistas, historiadores e outros criadores de cultura, e o trabalho de reflexão crítica e construtiva no sentido da maior eficácia instrumental e do aperfeiçoamento formal.


4 – O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes “mudas” – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.

Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão.

Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa.

A transcrição de palavras de outras línguas e a sua eventual adaptação ao português devem fazer-se segundo as normas científicas internacionais (caso do árabe, por exemplo).


Recusamos deixar-nos enredar em jogos de interesses, que nada leva a crer de proveito para a língua portuguesa. Para o desenvolvimento civilizacional por que os nossos povos anseiam é imperativa a formação de ampla base cultural (e não apenas a erradicação do analfabetismo), solidamente assente na herança que nos coube e construída segundo as linhas mestras do pensamento científico e dos valores da cidadania.


Os signatários,


Ana Isabel Buescu

António Emiliano

António Lobo Xavier

Eduardo Lourenço

Helena Buescu

Jorge Morais Barbosa

José Pacheco Pereira

José da Silva Peneda

Laura Bulger

Luís Fagundes Duarte

Maria Alzira Seixo

Mário Cláudio

Miguel Veiga

Paulo Teixeira Pinto

Raul Miguel Rosado Fernandes

Vasco Graça Moura

Vítor Manuel Aguiar e Silva

Vitorino Barbosa de Magalhães Godinho

Zita Seabra

sexta-feira, maio 02, 2008

Sinistralidade e Impunidade


Afinal o País das maravilhas também tem os seus "podres".

Espanha está, ao nível rodoviário, com dois grandes problemas que tenta, este ano, resolver com medidas legais.

Sem que seja visto neste post como ordem de prioridade, o 1º problema prende-se com as mais de 5 000 000 de motos que circulam pelas estradas espanholas, sendo que mais de 60% são ciclomotores (49 cc) e quadriciclos que não necessitam de carta de condução.

Pergunta-se, como é isto possivel ?!

A resposta é simples; Os míudos com 16 anos de idade, basta terem um atestado médico onde conste que têm capacidade fisica e motora para a condução do dito veículo, € 150 e duas fotografias. deslocam-se a uma Escola de Condução e podem "comprar" a sua licença de condução.

Código da Estrada não o sabem, respeito rodoviário não o têm e condução desordenada é uma permanente realidade.

Depois de se ter permitido este erro durante vários anos, o actual Governo Espanhol resolveu tomar uma medida; Com início em Setembro, passam a ter que frequêntar Escolas de Condução todos os individuos que queiram ter a sua licença de condução para os veículos atrás referidos.

Pode dizer-se que parte do problema está resolvido. No entanto, todos os que até Setembro adquirirem o seu permisso e todos aqueles que o já têm, irão continuar a circular e a asneirar.

O 2º problema prende-se com o facto de milhares de condutores não encartados circulam entre os demais. A impunidade era total. Uma pequena multa e siga até à próxima.

Se repararem bem apliquei o tempo verbal passado (era), pois com inicio no dia de ontem (1 de Maio 2008), todos os que sejam apanhados a conduzir sem carta de condução, serão presentes a tribunal e ser-lhes-á aplicada uma pena de prisão de 6 meses a 1 ano.

Esta pena de prisão inicialmente pode ser substituída por pena de multa e horas de trabalho comunitário., no entanto na reincidência leva a prisão efectiva.

Pretende-se assim que os infractores recorram a escolas de condução para obter o seu título de condução, aqui sim, com frequência de aulas teóricas e práticas.

A primeira ´"vítima" desta nova Lei foi um rapaz de 24 anos que, para além de não ter carta de condução, ainda apresentava um nível de alcoolémia bastante elevado.

Para que sirva de exemplo, a sentença foi acompanhada por vários meios de comunicação social e passada nos noticiários espanhois, com amostragem do individuo em questão.

terça-feira, abril 29, 2008

ASAE


Estou aqui em terra de nostros hermanos vai fazer (já) quatro meses.
Na verdade por estas bandas ganha-se mais quando em comparação com o mesmo oficio em Portugal. No entanto, e apesar do automóveis serem mais baratos, têm uma construção de habitação muito fraca, fazem apartamentos T3 com 60 m2 e a custarem € 205 000.
Têm prestações de € 1200/ mês para pagarem o empréstimo da casa para valores de € 190 000.
Têm saúde grátis, operações a custo zero se fundamental para a saúde ou desenvolvimento profissional, Hospitais com maternidades em cidade de populações relativamente baixas (50 000 habitantes), muitas escolas e muitos parques infantis (1 pelo menos por Urbanização).

Queixam-se no entanto que a coisa vai mal, que os salários são baixos e coisa e tal, mas quando em conversa lhes digo que o IVA em Portugal é de 21%, engolem em seco e perguntam "E como conseguem viver ?". Não é esta a pergunta que fazemos também ? Eles têm o IVA a 16% com previsão de baixar.
Mas afinal o que tem a ASAE a ver com isto tudo ?
Muito simples. Se a ASAE viesse para Espanha, assim por alto, estou convencido que 70% dos restaurantes, bares, cafés e afins fechavam.
Não todos, claro, mas grande parte.
A coisa aqui funciona porque a inspecção médica/ sanitária quando é feita tem um aviso prévio de cerca de uma semana. Estão a ver. Tudo limpinho nessa altura. Fora esse tempo, bem... é um nojo. Afinal em Portugal a qualidade paga-se bem.
Pergunto-me como é que o Governo de Sócrates ainda não se lembrou de propor ao Governo de Zapatero um protocolo para a ASAE efectuar fiscalizações por estas bandas.
A resposta logo me veio à carola... a Economia Espanhola levava um arrombo daqueles. É melhor deixar a coisa assim como está.
Só para terem uma ideia, depois de no domingo à noite se ter anunciado que o óleo tinha uns produtos malignos e que não se podia consumir, hoje de manhã já estava o Ministro a dizer que tinha sido levantado o embargo à venda do dito, pois já estava tudo bem. E em Portugal, foi levantado assim tão rápido ?
Isto é que é trabalhar.

domingo, abril 27, 2008

O Convívio

Como disse no post anterior fui almoçar com uns companheiros de Coimbra que aqui estão a trabalhar comigo. O Paulo e o João. Duas pessoas simples, sem interesses depois da amizade e que não esperam nada em troca pela sua prestação de confraternidade.
O Nelson e a namorada também apareceram.
Pode-se dizer que foi um dia bom.
O Paulo sabe cozinhar e eu e o João fizemos os doces...
Um bolo de bolacha diferente dos bolos de bolacha normais, um bolo de bolacha normal (a ideia era essa) e uma gelatina.
Almoçamos, conversámos e fizemos umas jogatanas na PS2.
Sem que eu estivesse à espera, aqueles "malucos" ofereceram-me uma prenda.
Estive longe da familia, mas posso dizer que aqueles dois tenho-os como familia.
Mais fotos aqui

27 de Abril


Hoje é o meu dia de aniversário. Faço 38 anos.

Na verdade e desde que me recordo, nunca fui muito entusiasta de grandes festas no meu aniversário. Não sei porquê, mas sempre achei este dia triste.

No ano de 1989, neste mesmo dia, fiquei ainda com mais razões para não gostar do dia do meu aniversário. A vida pregava-me uma grande partida. Desejava passar esse dia contigo, mesmo sabendo que o não fariamos como desejávamos, mas estariamos juntos...

Na verdade naquele dia estivemos juntos, mas uma forma tão dramática. Eu ali agoniado e tu... tu num silêncio que me dilacerou de raiva, de impotência, de fraqueza por não poder fazer nada para te ajudar.

Passei a detestar este dia 27 de Abril. Todos os anos metia férias para que no trabalho não me viessem com lameiriches de "Parabéns. Então, não pagas nada ?"

Preferia estar sozinho e passar o dia como se ainda estivesses junto a mim. Preferia estar eu e tu em meu pensamento. recordar os momentos que partilhamos. Recordar o teu sorriso, a tua alegria, a tua vontade de lutar... de viver.

11 anos depois, como a vida é tão inexplicável, outra partida, desta vez numa surpresa fantástica. Nasceu o meu primeiro filho... teu neto.

Aquele menino faz hoje 8 anos.

Recordo aquele dia 27 de Abril de 2000 como se fosse hoje, assim como recordo aquele dia 27 de Abril de 1989 como se fosse hoje também.

Em 1989 estava um dia com um sol radioso, quente. Em 2000 choveu o dia todo. Lembrei-me que estarias a chorar. A chorar de felicidade como se de uma prenda me enviasses.

Choveu até ao momento em que ele nasceu. Aí, de uma forma que não sei explicar ou não tem explicação, as nuvens abriram e o céu ficou azul com um sol radioso. Seria o teu sorriso e abraço de boas vindas ?! Quero vê-lo assim.

Não posso dizer que comecei a adorar o dia 27 de Abril O que se passa é que quero vê-lo apenas como dia de aniversário do meu filhote e fazer com que ele o sinta com muita felicidade.

Pela primeira vez em 8 anos estamos separados neste dia.

Agora, aqui sentado às 2:45 Horas da manhã escrevo para que me leias e aguardo a manhã para lhe telefonar a desejar um bom dia de anos.

Quanto a mim, vou passar este dia com dois amigos que não estão virados para o "Parabéns, então não pagas nada", mas sim que me convidaram a ir almoçar e jogar Colin Mcrae Rally na PS2.

sexta-feira, abril 25, 2008

?????

Não sei porquê, mas as minhas mensagem da minha caixa de correio da IOL todas as semanas desaparecem.

Ou alguém me invade a caixa de correio e as apaga, ou os senhores da IOL estão muito zangados comigo por eu ter dito (na sondagem sobre o novo IOL que durou semanas sem destino) que não gostava do novo e preferia o mais antigo.

Algo se passa...

quarta-feira, abril 23, 2008

Sant Jordi

Hoje foi dia de Sant Jordi.
Trata-se de um festejo que se celebra aqui na Catalunya em que, segundo a tradição, o namorado/ marido oferece uma flor à namorada/ mulher e a namorada/ mulher oferece um livro ao namorado/ marido.
Na rua, barracas vendem flores e livros, as pessoas encontram-se e alegremente convivem.
Novos, velhos, rapazes e raparigas passeiam-se nas ruas com um ar bastante alegre.
Este ano na Catalunya, os livreiros contam facturas 20 milhões de euros e as floristas 5 milhões.

terça-feira, abril 22, 2008

Dia da Terra

22 de Abril é o Dia da Terra.

Hoje e sempre, todos temos obrigações para com este Planeta.
Hoje e sempre, todos temos o dever de promover tudo o que possa fazer com que esta esfera de vida se mantenha saudável.
Hoje e sempre, todos temos o direito de viver em paz, em segurança e com um clima estável.
Hoje e sempre, convido-vos a visitarem o site da Terra.

segunda-feira, abril 21, 2008

Sem Palavras... ou com algumas

Qual pimba, qual Zé Cabra, qual varões mágicos, qual carapuça. Oiçam o Fantástico animador "Hélio dos Passos
"
No Caldeirão do HucK

domingo, abril 20, 2008

O Texto

Como vos disse, fui convidado a escrever um texto para a revista especial da ACIFF.

Como já faz tempo que não escrevo nada do género, custou-me a começar. Agora, que já o enviei, publico-o aqui em primeira mão. Vamos ver se serve.
"Prevenção, a grande aposta


. Para se discutir o tema “Sinistralidade Rodoviária” e tudo o que a provoca, temos, necessariamente, que abordar a vertente “Higiene e Segurança no Trabalho”.
Uma percentagem da sinistralidade rodoviária deve-se, segundo estatísticas, à elevada velocidade que os condutores aplicam na condução das suas viaturas. No entanto, a velocidade só por si não é causa de sinistralidade. Têm de haver outros elementos circunstanciais para que o sinistro ocorra. Esta constatação leva-nos a pensar um pouco mais além e de uma forma mais lúcida.
Os períodos do dia onde ocorrem muitos acidentes são de manhã na ida para o trabalho e à tarde no regresso a casa. Tal facto deve-se não apenas à velocidade e outras circunstâncias, mas principalmente a dois pontos identificados; falta de civismo e stress.
A questão de falta de civismo é uma questão primária que só pode ser grandemente resolvida quando as entidades políticas a assumirem como problema social. A questão do stress deve-se em grande parte a um problema laboral que deve ser estudado e resolvido pelas entidades empregadoras.
Voltemos à primeira questão, a falta de civismo. Todos sabemos que o exemplo vem de casa e que muitas das atitudes dos nossos filhos são o espelho das nossas atitudes. Este é um problema que deve ser combatido com a inserção de formação ao nível do ensino básico e com acompanhamento paternal. No entanto, e como isso seria uma intervenção de décadas, devem as entidades laborais procurar promover formação extra aos seus funcionários, de modo que estes abordem a temática “Segurança Rodoviária” de uma forma séria e preocupada.

O grande problema das mentalidades é uma enorme barreira à perfeita visualização do que se pretende debater.
Olha-se para o Sistema Rodoviário de uma forma muito ignorante, ao ponto de se pensar que o possuir um título que habilite a conduzir um veículo dá total impunidade, quando na verdade cria uma posição, em muitos casos, atroz. Muitos são os condutores que intervêm no tráfego de forma animalesca.
Quantos serão os que realmente conhecem o actual Código da Estrada e as penalizações criminais que este contempla?
Para que a Segurança Rodoviária de todos deixe de ser uma utopia e passe a ser uma realidade; para que deixemos de ter famílias destroçadas por consequência de sinistros absurdos; para que a economia deixe de ter gastos gravosos e por vezes fatais para muitas empresas, tem de uma vez por todas de se apostar numa formação real e capaz aos colaboradores das empresas, para que estes possam constatar que circular na estrada sem que haja Prevenção e comportamentos de segurança pode ter consequências gravosas para eles e para os demais.
Cabe às Empresas, Seguradoras e Estado avançar com estas formações. São eles que têm que ter engenharia capaz de verificar que uma formação rodoviária contínua as seus colaborados e /ou Clientes provocará em curto espaço de tempo, não só uma diminuição nos custos com reparações de veículos, indemnizações, adaptações de funcionários, etc, mas também uma melhor qualidade de prestação de serviços, uma melhor qualidade de serviço aos colaboradores e um maior respeito pelos demais.

Pensar que investir em formação rodoviária é gastar dinheiro mal gasto é um erro estúpido e verdadeiramente insensato. Na verdade, o dinheiro que se gastará numa formação destas será uma infinidade quando comparado com os valores imensos resultantes de sinistro.
Com uma formação contínua (20/ 30 Horas anuais), as pessoas passarão a ter um conhecimento quase em tempo real das alterações ao Código da Estrada, das alterações rodoviárias existentes, assim como começaram a ter atitudes mais cívicas e racionais no meio rodoviário.
Com formação contínua na área da Condução Defensiva, o conhecimento com as novas tecnologias de segurança que equipam os automóveis novos, levará a que os condutores tenham um melhor comportamento e saibam como actuar em determinadas circunstâncias, baixando desta forma estados de ansiedade e stress que, em horário pós-laboral levam a que haja muitos acidentes.

Ainda assim, por mais formações que possam haver, cabe-nos a nós próprios tomar todas as prevenções para que a sinistralidade rodoviária pessoal e laboral não seja uma realidade.


Jorge Miguel Ortolá"

sábado, abril 19, 2008

Plágio ??

Posso estar a cometer uma grande injustiça mas, digam-me se souberem: A música da novela "Vingança" era original dos Anjos ?

Não se lembram qual era ? Era a música "Eu sou Aquele".

Não me recordo se foi apresentada como original dos Anjos.

A questão coloca-se porque vejam o que acabei por descobrir enquanto assistia a um programa televisivo espanhol.

Trata-se da música representante espanhola no "Eurofestival da Canção" do ano de 1966 interpretada por Raphael e com o nome "Yo soy Aquel".

sexta-feira, abril 18, 2008

Convite

A ACIFF _ Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, vai desenvolver umas Jornadas relativas ao tema Prevenção e Segurança no Trabalho, nos dias 28, 29 e 30 de Abril.

Estas Jornadas incluem exposições, workshops, edição de um número especial da revista da ACIFF, etc...

Foi nesta linha da Segurança que a ACIFF me convidou a fazer uma intervenção num dos Workshops sobre o tema Condução Defensiva e a redigir um texto sobre o tema para ser publicado na revista.

Quanto à primeira parte do convite, terei de decliná-la, pois não me encontro em Portugal nessa data. No entanto não posso deixar de ficar contente por se lembrarem de mim.

Quanto ao texto, tenho um "problema" entre mãos; já não redijo nada de tão concreto à tanto tempo que as palavras estão a custar em sair, assim como o começo do texto... não o encontro nesta cabeça.

Tenho o fim de semana todo para o escrever. Vamos ver o que sai.